DN Business: a chance de aprender a driblar a crise

Quatro dos maiores economistas brasileiros vão reunir-se segunda-feira, 10, no BS Design, com 250 empresários cearenses

Escrito por

Egídio Serpaegdio.serpa@svm.com.br

Legenda: Foto aérea do Terminal de Múltiplo Uso do Porto do Pecém, pelo qual entram e saem os produtos que movem a economia cearense

Foto: Ismael Soares / SVM

Credibilidade é o principal ativo de uma empresa, principalmente se ela for da área do jornalismo. Conquistá-la é o resultado da árdua tarefa de informar o público, permanentemente, com a verdade, usando para isto a objetividade, a impessoalidade, a isenção e os pormenores do fato, seja ele da política, da economia ou do cotidiano das pessoas de qualquer estrato da pirâmide social. Este ativo é a inestimável riqueza com que conta o Sistema Verdes Mares (SVM) para transmitir informações críveis por meio dos seus diferentes veículos e plataformas digitais.  

Dito isto, esta coluna revela que os brasileiros do Ceará acabam de emitir mais um atestado da alta credibilidade de que desfruta o SVM junto a seu fiel e gigantesco público leitor, ouvinte e teleouvinte: o DN Business, evento que na próxima segunda-feira, 10, reunirá no auditório do edifício BS Design quatro dos melhores economistas do país e 250 empresários cearenses, esgotou todos os seus ingressos.  

Mas há outro detalhe importante do DN Business, que, de forma inédita, juntará os palestrantes com um grupo reduzido de empresários em um almoço, no mesmo BS Design, durante o qual, na intimidade, os quatro economistas poderão dar resposta aos questionamentos que não forem levantados durante as palestras. Será a primeira vez que isto se registrará aqui em um acontecimento dessa natureza. 

O que pretende o SVM com o DN Business? Resposta: transmitir aos empresários e aos executivos de empresas a melhor e mais atualizada informação e análise sobre o panorama da economia nacional e mundial. Para isto, está trazendo para o evento ninguém menos do que Eduardo Gianetti, economista, escritor e filósofo, conhecido por seus estudos que reúnem economia, psicologia e filosofia; Ana Paula Vescosi, economista, ex-secretária do Tesouro Nacional e ex-secretária executiva do Ministério da Fazenda; Caio Megale, economista-chefe da XP, grande empresa de consultoria financeira com atuação nacional, ex-secretário de Desenvolvimento, Indústria e Comercio do ministério da Economia, do qual foi, também, diretor de Programas; e Fernando Gonçalves, superintendente de Pesquisa Macroeconômica do Itaú Unibanco.  

Os que adquiriram os ingressos para o DN Business terão a chance de escutar quem, diariamente, pesquisa, perscruta, reflete e emite análise a respeito dos atos e fatos da economia brasileira e mundial, e essa tarefa, neste momento, exige cuidados redobrados, posto que o cenário econômico interno e externo é atormentado para quem, no mundo corporativo, tem de tomar decisões das quais depende a vida da empresa e dos seus colaboradores. Isto vale para a pequena, a média e a grande corporação. 

Falando ontem ao Diário do Nordeste, Fernando Gonçalves disse que, mesmo com a redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros Selic, decidida na última quarta-feira pelo Copom do Banco Central, o crédito segue muito caro e difícil de ser acessado, o que restringe os investimentos privados, Ele tem razão: os juros da economia brasileira, agora no patamar de 14% ao ano, só perdem para os da Turquia, que alcançaram a estratosfera de 37% ao ano. 

Ouvir quatro grandes e muito consultados economistas de renome nacional e internacional sobre o que se passa hoje e o que se passará amanhã nas diferentes áreas da atividade econômica aqui e lá fora é, assim, um privilégio e, ao mesmo tempo, a oportunidade que se abre ao empresariado cearense interessado em equipar-se para a superação dos próximos desafios, como os da Reforma Tributária, por exemplo.  

Asim, o DN Business, como uma providência divina, está chegando na hora certa,no lugar certo e para as pessoas certas. 

Temos um horizonte de curto prazo que, na opinião desses quatro economistas, é de causar preocupação. Há, num claro e difícil litígio, uma política fiscal expansionista e uma política monetária contracionista, do que resultam a alta taxa de juros, a teimosa inflação, a extravagante dívida das famílias e a cena que se vê no cabeleireiro, no bar, no restaurante e no supermercado.  

Resumindo: os afortunados que, no DN Business, acompanharão as exposições de Eduardo Gianetti, Ana Paula Vescosi, Caio Megale e Fernando Gonçalves e, ainda, os debates subsequentes retornarão aos seus afazeres com um informações e orientações suficientes para reorientar suas decisões na empresa.   

COMO MELHORAR A PREMIAÇÃO DA MEGASENA 

Leitor desta coluna e teleouvinte do boletim que este colunista transmite de segunda a sexta-feira de 5h40 às 6 horas no Bom Dia, Nordeste, da TV Diário/Verdinha 92.5, Edivan Batista Carvalho faz uma interessante sugestão à direção da Caixa Econômica a respeito de como melhorar e melhor distribuir os prêmios da Megasena. Eis a mensagem de Edivan Batista: 

“O prêmio da Megasena corresponde a 43,79% da arrecadação. Desta parcela, apenas 68% são distribuídos diretamente a apostadores (40% p/acertadores dos 6 números, 13% da Quina e 15% da Quadra); 22% são acumulados e 10% destinados à Mega da Virada. “Essa premiação poderia contribuir para ampliar a quantidade de beneficiários, de forma proporcional aos números acertados, e mais equânime.  

“Propomos nova distribuição dos 68%: 50% entre os acertadores da sena; 20% para quem acerta a quina; 15% aos que acertam a quadra; 10% entre os acertadores de 3 números e 5% entre aqueles que acertam 2 números.  

A mesma lógica deveria ser aplicada a todas as modalidades de loterias geridas pela Caixa, com os ajustes necessários a cada especificidade. Dessa forma, será mais democrático e aumentará o número de apostadores diante da perspectiva de ganhar algum valor, mesmo acertando apenas duas dezenas no sorteio. “ 

Fonte:https:https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/

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