Com golpes crescendo na região, Polícia Militar alerta sobre 10 fraudes mais comuns

Levantamento do 25º BPM mostra avanço de estelionatos em Umuarama e cidades da região, com prejuízos que passam de R$ 40 mil em alguns casos

O aumento dos golpes na região levou a Polícia Militar do Paraná a fazer um alerta público nesta segunda-feira (6), em Umuarama. Durante coletiva de imprensa, o 25º Batalhão da Polícia Militar (25º BPM) apresentou um balanço das ocorrências de estelionato na região e chamou a atenção para os golpes que mais vêm fazendo vítimas.

Segundo a corporação, os criminosos estão usando cada vez mais informações reais das vítimas para tornar a abordagem mais convincente. Dados bancários, processos judiciais, compras feitas pela internet, relações familiares e outras informações pessoais passaram a ser usados para enganar quem recebe as mensagens ou ligações.

De acordo com o tenente-coronel Carlos Cesar de Souza Peres, em alguns casos o prejuízo já passa de R$ 40 mil. As vítimas têm idades variadas, até mesmo com conhecimento de tecnologia, mas a maioria ainda é formada por idosos.

GOLPES – Entre os golpes mais frequentes estão o do falso funcionário de banco, em que criminosos dizem haver movimentações suspeitas e convencem a vítima a fazer PIX, empréstimos ou fornecer códigos; o do falso advogado, usado para cobrar supostas taxas de liberação de valores judiciais; e o do falso parente, quando alguém afirma ter trocado de número e pede ajuda financeira urgente.

A lista também inclui fraudes em compras e vendas pela internetfalsos aluguéisfalsa premiaçãoacesso remoto ao celular, além de ameaças no chamado golpe da falsa facção criminosa.

A PM ainda chamou a atenção para dois casos que têm atingido principalmente pessoas mais velhas, por exemplo, o golpe espiritual, em que desconhecidos se passam por líderes religiosos para ganhar confiança e facilitar furtos, e o golpe do “prêmio” na saída do banco, usado para enganar clientes e tomar cartões, senhas e dinheiro.

A orientação da polícia é desconfiar de pedidos urgentes, promessas fáceis e ofertas muito vantajosas. A corporação também reforça que bancos não pedem PIX para cancelar fraude, advogados não cobram para liberar decisão judicial e ninguém precisa pagar para receber prêmio.

A recomendação é sempre confirmar qualquer informação pelos canais oficiais e conversar com familiares, principalmente idosos, sobre os golpes mais comuns.

Fonte: Gabriel Trevisan – Da Redação

Fonte:https://diariodonoroeste.com.br/

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