Estreante em competições, Cazé FC surpreende na Copa Sumaré
A Cazé FC, equipe recém-criada no futebol suíço de Paranavaí e região, vem sendo uma das grandes surpresas da 4ª Copa Sumaré. Estreante em competições oficiais, o time já alcançou a semifinal do torneio, que reúne equipes tradicionais do esporte amador.
Na busca por uma vaga na final, a Cazé FC enfrenta o Revelação FC. A partida está marcada para o sábado (4 de julho) às 15h45 no Campo do Morumbi, em Paranavaí.
Em entrevista ao Diário do Noroeste, o fundador da Cazé FC, Rafael Bordini, destacou que o objetivo inicial não era resultado imediato, mas sim a construção de uma identidade sólida dentro e fora de campo. “Estar entre os semifinalistas mostra que o trabalho foi feito da maneira certa.”

(Foto: Avelar Esportes)
Para Bordini, o comprometimento do grupo é o que mais dá orgulho, para além dos resultados. “Temos jogadores que saem direto do trabalho para os jogos, outros vêm no sacrifício por questões físicas, mas ninguém deixa de se dedicar pelo time.”
A equipe comandada pelo experiente técnico Cidão, figura respeitada no futebol amador, reúne atletas de cidades do Noroeste do Paraná, como Paranavaí, Nova Esperança, Paraíso do Norte, Loanda, Tuneiras do Oeste, Rondon, Cruzeiro do Oeste e Umuarama.
Na fase de grupos, em quatro jogos, o time Cazé FC somou duas vitórias e duas derrotas, marcou sete gols e sofreu seis, encerrando a primeira fase com seis pontos e a terceira colocação do grupo. A classificação garantiu a equipe no mata-mata.
Nas oitavas de final, o Cazé FC venceu o Design Led por 3 a 0. Já nas quartas de final, venceu o Grêmio Morumbi nas penalidades. No tempo regulamentar, a partida terminou 0 a 0.

(Foto: Avelar Esportes)
Agora na semifinal, o discurso é de respeito e foco total. Ele reconhece a força do adversário e projeta uma partida equilibrada, decidida nos detalhes. A equipe entra em campo consciente da responsabilidade e da importância do momento.
Um dos destaques da equipe na competição é o camisa 10 Paraíba, vice-artilheiro do torneio com cinco gols. Fora das quatros linhas quem chama atenção é o técnico, avaliou Bordini.
“O Cidão é primeiro um grande ser humano e um treinador extremamente respeitado. Além do conhecimento tático, ele sabe administrar um grupo. Ele tem sido fundamental. Acreditou no projeto desde o início quando apresentei a ele e me fez um único pedido: organização e seriedade”, disse.
Bordini explicou que ideia de criar uma equipe foi por sua paixão pelo futebol e o desejo de criar um projeto sério, organizado e que valorizasse as pessoas.
“Sempre acreditei que um time forte é formado por jogadores comprometidos e que acreditam em um objetivo comum. Hoje, posso dizer que já conquistamos nosso primeiro objetivo, a organização e o respeito por cada um que faz parte de todo o processo, desde a pessoa responsável por lavar o nosso uniforme até os nossos atletas que correm até o último minuto dentro de campo”
Fonte: Ivan Fuquini
Fonte:https://diariodonoroeste.com.br/


